
Em solenidade ocorrida no auditório do Palácio Henrique de La Rocque, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEDCU), realizou no último dia 18 de outubro, o 1º Fórum Estadual de Educação (FEE). O evento contou com as parcerias da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), de diversos órgãos governamentais e não governamentais, entidades e movimentos sociais.
Além da FAMEM, representada pelo coordenador de Educação, Paulo Buzar, participaram do evento o secretário executivo adjunto do Ministério da Educação e Cultura (MEC), Arlindo Queiroz; o conselheiro Moacir Feitosa e a professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Maria de Fátima Felix. Foram discutidas as diretrizes da Implementação do Plano Nacional de Educação (PNE) e elaboradas e organizadas as etapas municipais e a estadual da Conferência Nacional de Educação (Conae), a ser realizado em 2014.
'O Fórum tem como um dos objetivos principais acompanhar e avaliar as políticas públicas de educação do Estado do Maranhão. É uma instância de diálogo e articulação horizontal entre organismos da sociedade civil em prol de uma educação com qualidade social', DESTACOU Buzar.
Ele também destacou a colaboração dada pela instituição à implementação do PNE e do FEE. 'O PNE terá vigência de dez anos e só terá sucesso se caso um dos municípios brasileiros realizar as suas respectivas demandas e concretizar suas metas. O PNE é a somatória dos municípios, Estados e União, sendo assim, a FAMEM articulará os municípios maranhense para que cada um cumpra as suas missões como instituição referente a educação pública. Para isso, será necessário um esforço conjunto da Federação e dos respectivos gestores municipais para elaborar os seus planos de educação que contenham as principais demandas em consonância com o Plano Nacional de Educação', afirma.
Durante o Fórum foram abordados os temas referentes às propostas do PNE de 2001 e 2010, onde o Governo Federal impôs nove vetos, sendo um deles a destinação de 7% do PIB à educação brasileira. 'No atual cenário, FAMEM apóia a proposta de que este valor seja aumentado para 10% do contrário a educação não sofrerá as devidas evoluções', conclui Paulo Buzar.